Apartamento compacto é mais fácil de alugar ou revender

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Ao forçar as pessoas a ficar em casa, a pandemia realçou a importância de morar bem, e isso não só tem o poder de transformar projetos residenciais como representa uma oportunidade a investidores que estão colocando o pé para fora da renda fixa.

Reerguendo-se do choque do coronavírus, o mercado imobiliário vem aumentando a recompensa aos investidores que procuram ter uma renda extra com o aluguel de imóveis —assim como ganhos de capital numa venda futura—, apresentando-se como uma das alternativas promissoras ao fim da era de retornos fáceis e seguros dos títulos públicos.

Investir em imóveis de alto padrão –ou seja, imóveis bem projetados, com acabamento invejável e localização privilegiada– não significa necessariamente colocar dinheiro em mansões de cômodos incontáveis. Pelo contrário, há quem dê preferência a imóveis mais compactos.

Apartamentos menores cabem em mais bolsos, o que significa maior facilidade tanto para alugar quanto para vender a propriedade. Segundo especialistas, o “filé-mignon” do mercado residencial são os apartamentos de 15 a 40 metros quadrados para uma pessoa, ou de 35 a 70 metros quadrados projetados para duas pessoas. A rentabilidade por metro quadrado em apartamentos compactos costuma ser maior. Nossas pesquisas mostram que a rentabilidade cai à medida que os apartamentos ficam maiores, embora os dois tenham demanda. Em geral, quanto maior a área, menor a rentabilidade.